domingo, 22 de agosto de 2010

Minutos de Felicidades


Entre olhares perdidos o encontro;
Lágrimas e dor os dois pares de olhos traziam;
Com a junção dos lábios veio a fala, a compreensão e o calor dos corpos;
Ele era tudo o que Ela precisava,
Nunca se achara provida de tanta sorte, depois de um final.
Contava os minutos de felicidade,
E não os queria perde-lo pro relogio,
Nunca fora tão feliz, em um curto periodo de tempo;
Houve a paixão, a entrega;
Mas, nada mudou pra Ele,
Ambos começaram juntos, mas ou Ela se adiantou ou Ele se atrasou,
E já não seguiam ao mesmo passo;
Nunca, Ela pudera se contentar com tão pouco,
Faltava lhe algo ainda.
A necessidade de ser amada.
Embora soubesse o que lhe faltava,
Ia contra suas reais necessidades,
Chegou a achar que Ele poderia a vir a amar,
Chorou ao ouvir que ele não o podia,
Mas se enganou mais uma vez, estando outra vez em seus braços.
Não sabia se o amava, mas se não o amava, estava próximo de amar
Com o silêncio veio a negligência, seguida de dúvida
E o final estava próximo, depois de algumas vezes adiado...
E Ela descobriu que Nem sempre a Felicidade é verdadeira quando compartilhada,
Que isso Só é verdade, se Você encontra a pessoa certa.

P.S: Ou Seja, Disposta a Ser Feliz com Você!!! =]

domingo, 4 de julho de 2010



"Eu só quero saber em qual rua minha vida vai encostar na tua"
(Ana carolina)

Como queria ter te conhecido antes,
Sem magoas, sem ter conhecido o "amor";
Você era o que sempre pedi em minhas orações,
Poderiamos ter sido felizes,
Nossas lagrimas seriam enxugadas,
Se eu lhe conhecesse antes da dor,
O destino cruzou a vida da gente,
E nos deu rumos opostos.
Encontros e desencontros.
A pessoa certa na hora errada.
E a sensação de perda, fica com sua partida.
Pois o desencontro é a incerteza que vou voltar a te ver...

Seja feliz nessa nova fase da sua vida...

terça-feira, 29 de junho de 2010

Ainda Te Amo... S2


Esse Texto é dedicado a uma pessoa que me fez sofrer muito...
Uma pessoa que por mais que passe o tempo, ainda amo...
Mas não sei, se de próposito ou não, age com indiferença Comigo...
Por um alguem que me deu todas as esperanças do mundo. Mas depois de tudo se foi...
E deixou cicatrizes que ate hoje não consigo cura-lás
E o que eu mais odeio nisso tudo:
É ter que fingir que esta tudo bem...
É ter que disfarçar pra você e para todos o que realmente sinto, Para que eu num pareça a IDIOTA da historia,
Ter que estar perto de você e fingir que não quero abraça-lo...
Fingir que eu quero estar longe de você...
Tentar fingir que eu não Te Amo mais...
Tentar fingir que não é com você que eu sonho todas noites...
Porque na verdade, era com você que eu queria acordar e passar o resto da minha vida...
Como eu queria poder advinhar o que passa em sua cabeça...
Você não sabe o quanto eu sinto a sua falta...
Me magoa muito saber que você ja não me ama mais...
E que existe outra em meu lugar...
Me magoa muito o rumo que as coisas tomaram...
Eu odeio não poder pensar que amanhã você estara ao meu lado quando eu acordar...
E andar pelos lugares e derepente lembrar de você...
Andar na rua e derepente sentir seu cheiro no vento...
Eu me odeio quando me pego repetindo as coisas que você dizia...
E quando alguem pergunta de você...
E eu nem sei o que dizer...
Eu odeio Sentir tanta saudade...
Dói demais saber que você não se arrepende...
Nem por um momento que seja...
Dói demais ouvir uma musica e lembrar de você...
Eu odeio não conseguir entender porque o tempo, demora a passar depois que você se foi...
Ir dormir, e acordar todos os dias com você no pensamento...
Eu não consigo entender, porque a palavra ESPERANÇA não sai do meu coração...
Eu odeio me arrumar, na intenção de me notar...
Dói demais a forma tão fullgas que você desgostou de mim...
E ter que dar um passo a frente,
Porque no fundo eu queria voltar para traz...
Eu odeio como vive sua vida sem mim...
Mas eu odeio principalmente... Por não conseguir te odiar
Nem um pouco...Nem mesmo por um segundo... Nem mesmo por te odiar...
Pois Meu coração ainda grita: Te Amo
Mesmo passando todo esse tempo, mesmo conhecendo outras pessoas novas, mesmo tentando fazer o maximo pra me distrair e não pensar em você.
Não consigo te esquecer, as vezes não aguento a mim mesma, as vezes penso que vou enlouquecer...
Eu sei que nunca vou te esquecer, tudo que a gente passou foi lindo, e as coisas linda a gente nunca esquece...
Mas eu queria muito tirar você do coração, mas depois de todo esse tempo eu ainda num consegui...
Eu vejo que você esta muito bem, e isso me deixa feliz e infeliz ao mesmo tempo, porque vejo que pra você nossa historia num foi nada...
...
Essa foi a forma pra expressar a minha dor, tirar tudo que sinto calada, pesar que isso tudo não é nem 1/10 do que estou sentindo...
A vida é cheia de oportunidades, cheia de novidades, mas tambem cheias de surpresas...
Que de uma hora pra outra surgem explicações dificies de entender...
Foi facil você me amar e depois dizer que acabou...
E eu ter que fingir todos os dias que não estou sofrendo...
Espero que você esteja feliz...
E eu tento enteder você, sim!!!
Eu sei que você não fez por mal em ter me deixado...
Mas meu coração não entende isso...
Você só estava procurando o melhor pra você, e isso infelismente não incluia eu...
Espero que um dia eu me consiga recuperar e que toda essa dor acabe...

P.S: Te Amo... Te espero, no mesmo lugar que me deixou, Sempre...Todas as vezes que você se for!!!

domingo, 30 de maio de 2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

Não sei ao certa se estou pronta para voltar a escrever, acho que isso pode ate me ajudar, mas por onde começar se eu tenho medo de pensar...

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A DANÇA

"...Te amo sem saber como, nem quando, nem onde,

te amo diretamente sem problemas nem orgulho:

assim te amo porque não sei amar de outra maneira,

Se não assim deste modo em que não sou nem és

tão perto que a tua mão sobre meu peito é minha

tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho."

Pablo Neruda

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Te Amo...S2


Sentia que a muito não sentia;
E de sentir assim, vivi a esmo, eremita nas minhas paixões;
Sem planos, sucumbida por você me encontrei;
Desespero me causou;
O que sentias;
Como Eu Te Amo, você tão alegremente me dizia;
E eu em espanto, só lagrimas lhe retribuia;
No meu choro, na dor, nada entendia;
Depois do pavor, veio a calmaria;
Hoje, ciente do meu Amor;
Digo:
Te Amo, por toda minha vida.
s2

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

CARTA DE AMOR (Jota Quest)


"Essa não é mais uma carta de amor
São pensamentos soltos
Traduzindos em palavras
Pra que você possa entender
O que eu também não entendo
Amar não é ter que ter sempre certeza
É aceitar que ninguém
É perfeito pra ninguém
É poder ser você mesmo e ñ precisar fingir
É tentar esquecer e não conseguir fugir, fugir
Ja pensei em te largarja olhei tantas vezes pro lado
Mas quando penso em alguem
É por você que fecho os olhos
Sei que nunca fui perfeito
Mas por você eu possor ser
Até eu mesmo
Que vc vai entender
Posso brincar de descobrir desenhos em nunvens
Posso contar meus pesadelos
E até minhas coisas futéis
Posso tirar a tua roupa
Posso fazer o que quiser
Posso perder o juízo
Mas com você eu tô tranquilo, traquilo

Agora o que vamos fazer ,eu também ñ sei
Afinal será que amar é mesmo tudo?
Isso não é amor, o que mais pode ser?
Estou aprendendo também!..."

TE AMO

sábado, 12 de julho de 2008

Desabafo de um cravo "negligenciado"


Com o passar dos meses, morre a frágil Rosa,
Uma morte em um jardim comum, mas não um jardim qualquer,
Inebriava resplandecente a Rosa, ocultando a paisagem em que circundavas viva.
Quanta cordialidade e amor ostentaram por longos anos a Rosa,
E ela em seu esplendor, inatingível,
Morre,
Morre sem causa, motivo ou razão,
Simplesmente morre.
Ocultando o meu soluço a vejo inerte as demais Rosas,
E sei que assim permanecera para todo o sempre,
Inerte a meu amor... A mercê dos vermes,
Apodrecendo, dia após dia.
(Suspiro)
É... Quem é vivo, sempre aparece, mas não é mais o seu caso,
Descanse agora em paz, Rosa ingrata, sua vida se foi e com ela sua glória e seu fã.

...Desabafo de um Cravo "negligenciado"...

Ps:


Hoje eu sei o quanto tenho de te agradecer,
O amor que “achei” sentir não passava de ilusão e os momentos juntos que outrora chorei, não passavam de sonhos,
Quando acordei e vi o que era real
Senti que nada estava perdido
Se você pode se apaixonar, eu também o consigo.
O tempo passa rápido e leva você da minha memória
Por quê? Talvez porque viver de passado, não me traz o que vivemos de volta,
O nosso passado, já senti, já chorei, agora só Desejo o presente, com anseio que esse, nunca se torne mais uma vez passado.
Mas?! Quem sabe o futuro me espere em grande estilo e eu consiga ser tão feliz quanto você!!!

Ps:
Felicidades!!! Por incrível que pareça, ainda te quero bem!!!




quinta-feira, 22 de maio de 2008

Desabafos sobre eu e você...

Sentimentos que adormeciam ate hoje em meu peito, se afloraram com o passar dos meses, e toda a decepção, a raiva, a dor que você me causou, sem ao menos eu ter merecido me trouxe espinhos que só me deixaram arranhões, provas de sua dolorosa existência.
Em toda minha vida, achei que nunca pudera ter essa sensação, e ate hoje nunca a tivera, nem nos meus auges de soluço mais agudos por um amor não correspondido Senti tanto ódio, como por você e por essa inexperiente conquista, você não só me desrespeitou como pois fim numa amizade que julgava eu permanecer pelos anos, você foi capaz de me mostrar que não posso dar credibilidade às pessoas, que o amor não existe para todos e amigos a gente enumera nos dedos de uma única mão.
Nunca, te perdoarei!
Se matei alguém em toda minha vida esse foi você, e nunca me senti tão aliviada por tomar essa decisão; só de pensar o quanto me dediquei a você, o quanto ouvi desses lábios profanas inverdades sobre mim, proferidas pelos seus amigos, se fosse contabilizar o quanto você vem me magoando por esses meses, esse texto não se resumiria a um post, mais sim a um livro de desabafos sobre eu e você.
Só posso te dizer:
Que de todos os meus amores e desamores, você foi o único que não mereceu nem uma das minhas lagrimas, muito menos o meu amor.

sábado, 12 de abril de 2008

- Se sei amar ou não só o tempo dirá...

Em certos momentos surgem dúvidas que recorrem do mais retórico tempo ao dias atuais, se minha clareza não fosse tão subjetiva, seria eu capaz de gritar aos quatro ventos seu nome e dizer que pra mim não da mais pra viver num esconderijo de sentimentos, não quero e não posso continuar no comodismo de nosso desejo, guiada por uma noite ao mero acaso, quero ter um motivo pra essa noite, quero deitar ao seu lado e saber que seu ultimo pensamento antes de adormecer é meu, não estou pedido nada que o tempo que já passamos juntos não nos permita, compartilhamos muito mais que atração, compartilhamos uma amizade.
Não estou te cobrando nada, pois se estamos como estamos meses a fio, foi porque em parte eu me submeti aos meus desejos, seus e aos nossos.
Não é a primeira vez que te digo que pra mim nossa situação não é agradável, e embora pra mim tivesse chegado ao fim, e esse ocorreu, mais uma vez me vi em seus braços e mais duvidas vieram a me assolar na madrugada enquanto te via deitado ao meu lado na penumbra da noite.
Não sei o que sinto! Mas tentando resumir algo incoerente te quero ao meu lado mesmo sabendo que pode não ser amor, mas tenho medo do que me espera, se você teme pelo meu PASSADO que direi eu pelo seu PASSADO, PRESENTE E FUTURO.
Se eu nunca fui capaz de mostrar meus sentimentos a você, culpo o meu passado; que foi capaz de por todos meus dogmáticos sentimentos por terra abaixo.

Ai corrobora minha opinião:
- Se sei amar ou não só o tempo dirá...

quarta-feira, 24 de outubro de 2007


"...
Temos todos duas vidas:
A verdadeira, que é a que sonhamos na infância,
E que continuamos sonhando, adultos, num substrato de névoa;
A falsa, que é a que vivemos em convivência com outros,
Que é a prática, a útil,
Aquela em que acabam por nos meter num caixão.
Na outra não há caixões, nem mortes,
Há só ilustrações de infância:
Grandes livros coloridos, para ver mas não ler;
Grandes páginas de cores para recordar mais tarde.
Na outra somos nós,
Na outra vivemos;
Nesta morremos, que é o que viver quer dizer;
Neste momento, pela naúsea, vivo na outra...
..."

(Fragmento de Datilografia - Fernando Pessoa)

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Um Predinho Azul...


Entre os anos estão os meses e entre os meses estão os dias e entre os dias estão às horas e entre as horas estão os segundos e entre esses anos meses dias horas e segundos esta o dia que não teve fim numa sexta feira de dezembro de aniversário, se houve um dia mais feliz entre todos os vividos naquele predinho azul, esse foi o meu preferido que dera não só uma cumplicidade aos seus habitantes como também aos seus agregados; dia interminável que no tempo de agora traz nostálgica lembrança.
Todos inebriados até hoje por um sentimento que deveria ser passageiro, que eu também presenciei e senti; não fazem o deleite que aquele dia nos proporcionou, mas eu ainda os posso sentir e lembrar.
Era um dia como outro qualquer, mas não um dia qualquer, era dia de anos de um dos nossos habitantes do predinho azul; seus habitantes se encontravam ligados por uma cumplicidade descomunal naquele famigerado dia que se aclamaria por flash black ate os dias de hoje; nunca houvera tanta gargalhadas e algazarra entre aqueles emaranhados tijolos azuis.
Mas ainda podia se notar naquelas tagarelices onde as bebidas não deixavam nenhum de seus habitantes e agregados em sã consciência, mas dava a eles um ar de desbravadores de um novo mundo só por eles habitados, mundo onde as diferenças às vezes brutais do dia a dia ficaram de lado esquecidos pelo momento, tanto que não couberam em risos em fotos e ate mesmo de um stripe nada convencional.
O ápice do dia que não teve fim deu se como miragem entre águas... E como em um deserto nos vimos sós, desligados do mundo e como um antropófago fez se a nudez de alguns dos seus habitantes e agregados e foi lá que existiu o melhor momento juntos de nos mesmos, não só nos admiramos e vivemos em harmonia naquele dia, como também fizemos com que o predinho azul se imortalizasse em nossas subjetivas lembranças.
A visão pode ser arbritária, mas o conteúdo independe de qualquer visão do predinho azul numa sexta feira de dezembro.

sábado, 6 de outubro de 2007

Fúnebres paredes ocas...

A muito me encontro dentro de um labirinto que aturdida entrei em busca existencial do amor; entre um caminho e outro percorri um sentimento que há tempos não sei entender, mas isso tão pouco fez com que cessasse minha procura e enquanto estive em meio a essa procura balbuciava comigo os porquês que me faziam seguir esse caminho e não outro qualquer e entre um balbuciar e outro, ouvi um balbuciar que consolidou minha procura; enfim entendi o motivo que me mantinha inquebrantável em permanecer em um labirinto que nada me oferecera, senão mais um dia da dose que me mantivera cega por entre os tempos: Esperança; palavra que é desmistificada quando perseguida e assumi uma lúgubre demência em quem ouve sua harpa sonoridade.
Quando enfim sucumbi a essa idéia; balbuciei um adeus longínquo e só então conclui que o balbuciado que ouvira e me fizera andar por entre os caminhos mais solitários e sombrios eram ecos de mim. Foi só então que me senti livre novamente e na saída do labirinto vi fragmentos do passado; constatei que o eco daquele adeus fez com que o labirinto nunca existisse na minha infame vida e nem havia existência alguma do amor naquelas fúnebres paredes ocas...

A foto acima é cena do filme O labirinto do fauno de Guilherme del Toro onde realidade ou fantasia são do entendimento sujetivo de cada um. Assim como del Toro não deixa claro se aquilo tudo está realmente acontecendo ou se são apenas criações da mente da pequena Ofélia para se refugiar da realidade, eu também não sei dizer onde começa a fantasia e onde termina a realidade, ambos pra mim apenas coexistem .
Recomendo o filme O labirinto do fauno.